Meu Nome: Pedro Carné
Minha Idade: 20 anos
Minha Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Meu E-mail: pedrocarne@ibest.com.br
Meu MSN: polinmia@hotmail.com

Alguns Gostos: Filosofia e Música

Alguns Desgostos: Filosofia e Música

Uma Pequena Citação: Ao terminar este sentido poema / Onde vazei a minha dor suprema / Tenho os olhos em lágrimas imersos... / Rola-me na cabeça o cérebro oco. / Por ventura, meu Deus, estarei louco?! / Daqui por diante não farei mais versos. (Augusto dos Anjos)

Um Pequeno Poema: A vida é eterna / A vida é efêmera / A morte é eterna / A morte é efêmera / O eterno é eterno / O eterno é efêmero / O efêmero é eterno / O efêmero é efêmero (Pedro Carné)

.:Universo Paralelo:.

Inútil Poesia
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Letras que (Ab)sinto
L. com Amigos

Dá-me a Festa Mágica
Vaam... Vim? Voom!!!

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Critica na Rede
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Lenine
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Chico Buarque
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Nando Reis
La Oreja de Van Gorh

.:Meu Passado In(exorável)(esquecível):.

.: Créditos :.


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[Domingo, Abril 29, 2007]

Bem, depois de 4 anos é chegada a hora do fim. Muitas alegrias e tristezas passaram por este blog ao longo de todo este tempo. Por diversas vezes minha vida se modificou completamente, o que era refletido nos poemas que por aqui passavam. Shakespeare, Baudelaire, Augusto dos Anjos, e muitos outros iluminaram este breve espaço durante todo o seu período de existência. Pois bem, como eu disse em algum poema, A Vida Segue. E está na hora de deixar para trás este último estágio, está na hora de começar de novo. Outro blog, outra cara, outra temática, outra melodia, outra vida. Para todos os que visitaram este espaço, meus agradecimentos mais sinceros por terem dedicado instantes de sua atenção ao que eu escrevi. Segue abaixo o link para o meu novo espaço, ainda em construção...

Obrigado

Pedro Carné

NOVO BLOG ACRÓPOLE DE DELFOS


Enviado por Pedro Carné * 1:06:56 AM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Abril 06, 2007]

Bem, começo esta nova idade com um soneto shakesperiano...

144

Two loves I have of comfort and despair,
Which like two spirits do suggest me still;
The better angel is a man right fair,
The worser spirit a woman, colour'd ill.
To win me soon to hell, my female evil
Tempteth my better angel from my side,
And would corrupt my saint to be a devil,
Wooing his purity with her foul pride.
And wheter that my angel be turne'd fiend
Suspect I may, but no directly tell;
But being both from me, both to each friend,
I guess one angel in another's hell:

Yet this shall I ne'er know, but live in doubt,
Till my bad angel fire my good one out.


144
(tradução de Ivo Barroso)

Dois amores - de paz e desespero -
Eu tenho que me inspiram noite e dia:
Meu anjo bom é um homem puro e vero;
O mau, uma mulher de tez sombria.
Para levar a tentação a cabo,
O feminino atrai meu anjo e vive
A querer transformá-lo num diabo,
Tentando-lhe a pureza com lascívia.
Se há de meu anjo corromper-se em demo
Suspeito apenas, sem dizer que seja;
Mas sendo ambos tão meus, e amigos, temo
Que o anjo no fogo já do outro esteja.

Nunca sabê-lo, embora desconfie,
Até que o mau meu anjo contagie.


Enviado por Pedro Carné * 7:49:05 PM

Hasteie seu vôo...


[Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007]

Mais um soneto à moda inglesa... Soneto sem título e post sem vídeo...

------
Pedro Carné

Máscaras sobrepõem-se em minha face,
Durante o dia que, nublado, soa escuro.
Quero que com estes falsos braços me abrace
E que me beije agora com estes lábios duros.
O que era aliança transformou-se em máscara
E, sorrateiramente, foi da máscara à guerra.
As palavras pelas quais a emoção se abalara
Servem como saboroso alimento à besta fera.
Mas a fera se acalma, pois disfarçada.
E durante qualquer batalha a si mesma fantasia.
Para não perder o momento exato de sua jogada,
E não sonhar as horas intermináveis de poesia.

E tudo o que esta fera mascarada na madrugada tece,
Suavemente se desfaz quando o dia, nublado, amanhece.



Enviado por Pedro Carné * 12:14:45 PM

Hasteie seu vôo...


[Quarta-feira, Janeiro 10, 2007]

Bem, mais um ano que começa... Não parece, mas este blog completará em setembro quatro anos de existência... Assim sendo, vou me dedicar à alguns experimentos nesta bela arte de escrever sonetos (apesar de nem sempre escrevê-los tão belos assim) e nas séries que eu criei... A primeira novidade de 2007 é que sempre terá um link para algum vídeo no Youtube no final dos posts... Para inaugurar este ano, então, um soneto no estilo inglês, inspirado pelas minhas atuais leituras (tive que modificar em um aspecto sua estrutura, pois o blog não disponibiliza tags para o que eu preciso)...

Nobre Cachoeira
Pedro Carné

Com meu nobre canto esperei pela princesa,
Aquela que tem o poder de secar cachoeiras.
Com minha porta aberta e a luz sempre acesa
Não mais agüentei a espera, ainda que a queira.
Apaguei a luz e docemente fechei a velha porta,
Em um instante pleno, ainda que triste e ínfimo.
E assim, com o céu nublado e a mente morta,
Confrontei todos os meus medos mais íntimos.
Ao olhar cada um dentro de seus olhos negros,
A cachoeira era um belo lago em minha cama,
Sem mais alternativas eu simplesmente entrego:
A cachoeira são lágrimas pela mulher soberana.

As águas são, contudo, um natural espetáculo,
Para que seja entendido o seu interior oráculo.


P.S.: Meetin' WA (1986) - Woody Allen por Godard


Enviado por Pedro Carné * 1:31:07 AM

Hasteie seu vôo...


[Segunda-feira, Dezembro 25, 2006]

Bem, a peridiocidade deste blog é altamente aleatória, mas não deixo de me reservar um período de descanso do blog. Assim sendo, um Feliz Natal (ainda que seja no dia 25) e um Feliz 2007 para todos aqueles poucos que visitam este espaço... Volto a postar por aqui na segunda semana de janeiro....

Enviado por Pedro Carné * 2:24:44 PM

Hasteie seu vôo...


[Domingo, Dezembro 17, 2006]

Depois de criar a "série" imagens que valem mais do que mil palavras, vai a série músicas que me definem... Começando por uma bastante especial...

O Silêncio das Estrelas
Lenine & Dudu Falcão

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais
como estrelas que brilham em paz.


Enviado por Pedro Carné * 1:09:47 AM

Hasteie seu vôo...


[Terça-feira, Dezembro 12, 2006]

Enquanto não escrevo algo novo, seguem duas letras de uma banda espanhola que descobri através do blog NoMínimo (meus agradecimentos ao Pedro Doria)... Não consegui descobrir os compositores das duas músicas, então, minhas desculpas pela ausência deste aspecto.

La Playa

No sé si aún me recuerdas,
nos conocimos al tiempo
tú, el mar y el cielo
y quién me trajo a ti.

Abrazaste mis abrazos
vigilando aquel momento,
aunque fuera el primero,
lo guardara para mí.

Si pudiera volver a nacer
te vería cada día amanecer
sonriendo como cada vez,
como aquella vez.

Te voy a escribir la canción más bonita del mundo,
voy a capturar nuestra historia en tan solo un segundo.
Y un día verás que este loco de poco se olvida,
por mucho que pasen los años de largo en su vida.

El día de la despedida
de esta playa de mi vida
te hice una promesa:
volverte a ver así.

Más de cincuenta veranos
hace hoy que no nos vemos
ni tú, ni el mar ni el cielo
ni quien me trajo a ti.

Si pudiera volver a nacer
te vería cada día amanecer
sonriendo como cada vez,
como aquella vez.

Te voy a escribir la canción más bonita del mundo,
voy a capturar nuestra historia en tan solo un segundo.
Y un día verás que este loco de poco se olvida,
por mucho que pasen los años de largo en su vida.



Soledad

Tanto tiempo juntos y ahora te tienes que ir.
E ramos muy niños cuando te conocí.
Te veo jugar y en silencio hablar.
Como me gustaba tu carita al bostezar.

En nuestro rincón sigue aquel sillón
donde me leías para dormir.
Siempre estabas junto a mí,
en mi mente revolviendo todo
y esperando verme sonreír.

Oh Soledad, dime si algún día habrá
entre tú y el amor buena amistad.
Vuelve conmigo a dibujar las olas del mar,
dame tu mano una vez más.

Escapamos de todo y me invitabas a pensar
Me ayudabas con tus juegos a pintar la realidad
Siempre fuiste fiel transparente fe
Los mayores dicen que de ti me enamoré.

En nuestro rincón sigue aquel sillón
donde me leías para dormir.
Siempre estabas junto a mí,
en mi mente revolviendo todo
y esperando verme sonreír.

Oh Soledad, dime si algún día habrá
entre tú y el amor buena amistad.
Vuelve conmigo a dibujar las olas del mar,
dame tu mano una vez más.

Oh Soledad, dime si algún día habrá
entre tú y el amor buena amistad.
Vuelve conmigo a dibujar las olas del mar,
dame tu mano una vez más.


P.s.: como a internet evoluiu bastante desde a fundação deste blog, seguem os links para videoclipes de cada uma das músicas...
La Playa
Soledad


Enviado por Pedro Carné * 1:16:57 PM

Hasteie seu vôo...


[Quarta-feira, Novembro 29, 2006]

Pois é... Às vezes o mundo que nós planejamos cai por terra em um simples e cruel encontro...

Encontros Casuais
Pedro Carné

Corro. E isto não constitui uma fuga em fantasia,
É somente o meu desejo expressado na matéria.
Um passo e outro passo e encontrar a miséria
Ao olhar os diferentes braços que te envolvia.

Dei-me conta do mundo inteiro que eu perdia,
Que por não ser um jogo não ousaria vitória.
Percebi que a vida segue a cavalgar em glória
Pois à noite escura da solidão a alvorada seguiria.

Os primeiros raios, como os próximos passos, doem no corpo,
(Que devido a ausência tua aparentava estar morto)
E com esta dor eu grito, mas não ouves meus apelos.

Entristeço-me e sofro, mas é preciso aceitar os fatos,
Que a partir de agora, em todos os teus retratos,
Outra pessoa estará a acariciar teus belos cabelos.



Enviado por Pedro Carné * 12:52:15 AM

Hasteie seu vôo...


[Terça-feira, Novembro 14, 2006]

Fins, sonetos fúnebres, ataques emocionais e sentimentais... Muitos fatos aconteceram nos últimos meses... Chega o momento de redescobrir meus sonetos de amor... Ao menos aqueles em homenagem ao sentimento...

Projeto na Eternidade...
Pedro Carné

Se o amor se resumisse às sonatas ao luar
Ou às lindas cartas à bela amada imortal
Seria um belo conto de um campo abismal
Resumido aos apaixonados olhares de um par.

O amor, entretanto, vai muito longe a navegar,
Até mares com monstros, sereias e aquele tal
De acaso que insiste em ser sempre cabal
E cabalisticamente projeta em raios no luar

O teu nome, tua imagem e tua morada,
Que eu busco infinitamente só
Sonhando com o profético dia da chegada

Lembro eu que acabarei por retornar ao pó,
Mas se tu fores minha querida namorada,
Sorrirei enquanto queimar nas brasas do sol.


Enviado por Pedro Carné * 12:47:43 PM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Novembro 03, 2006]

Para alguém especial, palavras mais do que especiais, saídas dos sentimentos mais belos que alguém pode nutrir por outrem

Ao Marcelo
Pedro Carné

As grandezas do universo estão em teu nome,
O infinito te compõe como compõe um poema.
Harmonicamente resolve o sinfônico dilema
Das potências da natureza saciando a fome.

Este dilema é estabelecer limites que as dome
E não faça deste conflito um mortal problema.
A estas grandezas o teu nome potente algema
E a divergência existente entre elas apenas come.

A mar prolonga a vista pelo verde infinito azul,
Tocando o céu de nuvens suaves brancas ao sul,
E a esta melodia cósmica adjetivamos o Belo.

A totalidade das coisas se afirma em tua alma,
O céu adiciona-se ao mar e o mundo se acalma
Ao ouvir a potência do ser chamado Marcelo.


Enviado por Pedro Carné * 12:52:25 AM

Hasteie seu vôo...


[Sábado, Outubro 14, 2006]

A cada dia eu conheço alguns blogs de diversos amigos meus... Aos poucos, minha seção de links está crescendo.... Segue um poema que estava esquecido nos meus arquivos, um dos primeiros, dedicado a um blog que não é mais atualizado, mas que rendeu belas conversas e discussões no início da história deste blog...

Sentido Abstrato
Pedro Carné

¿Qual o melhor dos sentidos existentes?
¿Seria o concreto ou o abstrato?
O concreto presente nos meus genes,
E o abstrato, no meu retrato.

A fotografia marcou um momento
Meu, pelo plano existencial,
E meus genes deixam-me atento
Para a chegada do momento crucial

No plano concreto tudo pode ser reduzido
No abstrato, tudo é profundo e superficial,
Até um átomo pode ser dividido
Mas é minha alma que chegará ao final.

Meus átomos podem ser de corpos celestiais
Meus pensamentos podem existir pela eternidade
Mas enquanto meu corpo perece entre mortais
E minha alma que alcançará a divindade.

Não aprendi qual o melhor, nem o mais certo,
Mas por minha escolha sou grato
E apesar de meu corpo ser concreto
Minha mente me conduz pelo abstrato.


Enviado por Pedro Carné * 3:17:51 PM

Hasteie seu vôo...


[Domingo, Outubro 08, 2006]

Quanta delicadeza pode haver em uma imagem? Esta foto de Man Ray (Tears) é uma daquelas imagens que valem mais do que mil palavras...



Enviado por Pedro Carné * 11:43:28 AM

Hasteie seu vôo...


[Sábado, Setembro 30, 2006]

Aos poucos estou reencontrando a forma. Este poema se aproxima bastante...

Anjo do Inferno
Pedro Carné

Como um anjo do inferno reconstruí minhas asas,
Aquelas que quando sumiram me legaram o chão.
Envergo-as neste instante com o mundo nas mãos
E alço vôos para aqueles locais em que não estavas.

O medo de não mais voar muito me aterrorizava,
Mas a serenidade forte renasceu em meu coração.
Perante o infinito universo minhas asas anunciarão
A grandeza desta ferida alma que retorna para casa.

E no calor do inferno eu, só, reencontrei a natureza,
Que quando em chamas demonstra a suave beleza,
E quando congelada jamais permanece em paz.

Renascem as asas e o eterno retorno foi consagrado.
Posso, agora, dormir em meu recanto sossegado,
Pois tudo aquilo que era já não é mais.


Enviado por Pedro Carné * 8:46:39 PM

Hasteie seu vôo...


[Quarta-feira, Setembro 20, 2006]

Ando meio sem tempo para atualiar este espaço, apesar de já ter poemas novos... Então, segue esta música que soa como um recado não atual...

I'm Looking Through You
Lennon / McCartney

I'm looking through you,
Where did you go?
I thought I knew you,
What did I know?

You don't look different,
But you have changed.
I'm looking through you,
You're not the same.

Your lips are moving,
I cannot hear.
Your voice is soothing,
But the words aren't clear.

You don't sound different,
I've learn the game.
I'm looking through you,
You're not the same.

Why, tell me why,
Did you not treat me right?
Love has a nasty habbit of dissapearing over night.

You're thinking of me,
The same old way.
You were above me.
But not today.

The only difference,
Is you're down there.
I'm looking through you,
And you're nowhere.

Why, tell me why,
Did you not treat me right?
Love has a nasty habbit of dissapearing over night.

I'm looking through you,
Where did you go?
I thought I knew you,
What did I know?

You don't look different,
But you have changed.
I'm looking through you,
You're not the same.

Yeah, baby you've changed.
I'm looking through you


Enviado por Pedro Carné * 11:28:08 PM

Hasteie seu vôo...


[Domingo, Setembro 10, 2006]

Bem, escolher um poema antigo para publicar é algo complicado... Cada poema possui um sentido, pois marcou um momento em minha vida... Como ainda não tenho um poema novo, algo que marque este novo momento, entreguei a tarefa da escolha do poema a uma grande amiga...

Eternidade de Uma Noite Inteira
Pedro Carné

O sol brilha exatamente como ontem,
Apesar de uma nova manhã se anunciar.
Espero ansiosamente o cair do luar
Com uma beleza que, perante a tua, fica aquém.

Fito-te e não consigo acreditar,
Que exista uma beleza para a qual somente digo amém,
Tens o que nenhuma outra mulher tem,
Afirmo que tens a capacidade de me sensibilizar.

Como a mais bela arte que arranca lágrimas
Sensibilizas da forma mais, possível, tácita,
Fazendo cada (nova) admiração ser como a primeira,

As palavras não conseguem mais reproduzir o que sinto,
E como o mais fiel apaixonado admito,
Que te quero na eternidade de uma noite inteira.


Enviado por Pedro Carné * 7:56:39 PM

Hasteie seu vôo...


[Quarta-feira, Setembro 06, 2006]

Ouvindo The Beatles descobri esta música, a qual eu dedico a uma pessoa que se tornou muito especial na minha vida nas últimas semanas: Pedro Carné...

Got to Get You Into My Life
Lennon / McCartney

I was alone, I took a ride,
I didn't know what I would find there.
Another road where maybe I
Could see another kind of mind there.
Ooh then I suddenly see you,
Ooh did I tell you I need you
Every single day of life?

You didn't run, you didn't lie,
You knew I wanted just to hold you,
And had you gone, you knew in time
We'd meet again for I had to hold you.
Ooh you were meant to be near me,
Ooh and I want to hear me,
Say we'll be together every day.
Got to get you into my life.

What can I do, what can I be?
When I'm with you I want to stay there.
If I'm true I'll never leave,
And if I do I know the way there.
Ooh then I suddenly see you,
Ooh did I tell you I need you
Every single day of my life?
Got to get you into my life.

Got to get you into my life.
I was alone, I took a ride,
I didn't know what I would find there.
Another road where maybe I
Could see another kind of mind there.
Ooh then I suddenly see you,
Ooh did I tell you I need you
Every single day of life?
What are you doing to my life?


Enviado por Pedro Carné * 2:49:50 PM

Hasteie seu vôo...


[Quarta-feira, Agosto 30, 2006]

Um pequeno e antigo toque erótico no blog... Agora sob o olhar da águia...

Não Pare
Pedro Carné

Olhei-te e conduzi-te ao quarto
Peguei-te pelos cabelos te beijei
Prontamente correspondido, continuamos
Agora entre carícias
Beijos, abraços e delícias
Prosseguimos debaixo dos panos.

Alisei tuas coxas como ninguém antes
Fez ou como ninguém fará depois
Arrepiou-te como se fosse a tua
Primeira vez em uma estranha cama
Notei que eu te faria uma dama
E em questão de minutos tu já estavas nua.

Todos os pudores sexuais foram abandonados
Perante as paredes que eram testemunhas,
Dos beijos que em teus seios dava e, do fato,
Dos beijos que davas em meu pescoço,
E como o cachorro que vai em direção ao osso
Rumei com meu pênis para concretizar o ato.

Penetrei-te como antes ninguém havia feito
Pois senti em ti algo se romper
E quando começaste a sangrar
Glorifiquei-me de mulher ter-te feito
E tu urravas e gemias e gritavas com a cabeça em meu peito
Pedindo-me apenas para não parar.


Enviado por Pedro Carné * 11:27:20 PM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Agosto 25, 2006]

Antes de quaisquer novidades, uma antiga parceria com um grande amigo...

A Gente Não Termina
Gabriel Poeys & Pedro Carné

É gente pra cacete sem um ideal
E eu, lendo um jornal.
É gente pra cacete procurando guerra
E eles, defendendo a terra.
É gente pra cacete entrando no palácio
E nós, fazendo estardalhaço.
Tem gente pra cacete com perguntas a fazer
E a massa continua na TV.
Tem gente de menos procurando uma resposta
E nós, fazendo o que nós gosta.

23 contra 27
O interesse não e geral
A cerca contra oceis
Que sempre se ferram no final.

Mas a justiça está com eles
Que com os meios justificam o fim
(Que é sempre manipulado) pra que a gente...
...Continue assim
(A gente não termina)



Enviado por Pedro Carné * 6:21:07 AM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Agosto 18, 2006]

Antes de qualquer poema novo, segue uma música francesa...

Lune
Luc Plamondon, Richard Cocciante

Lune
Qui là-haut s'allume
Sur
Les toits de Paris
Vois
Comme un homme
Peut souffrir d'amour

Bel
Astre solitaire
Qui meurt
Quand revient le jour
Entends
Monter vers toi
La chant de la terre

Entends le cri
D'un homme qui a mal
Pour qui
Un million d'étoiles
Ne valent
Pas les yeux de celle
Qu'il aime
D'un amour mortel
Lune

Lune
Qui là-haut s'embrume
Avant
Que le jour ne vienne
Entends
Rugir le coeur
De la bête humaine

C'est la complainte
De Quasimodo
Qui pleure
Sa détresse folle
Sa voix
Par monts et par vaux
S'envole
Pour arriver jusqu'à toi
Lune!

Veille
Sur ce monde étrange
Qui mêle
Sa vois au choeur des anges

Lune
Qui là-haut s'allume
Pour
Éclairer ma plume
Vois
Comme un homme
Peut souffrir d'amour
D'amour


Enviado por Pedro Carné * 9:36:31 AM

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[Terça-feira, Agosto 15, 2006]

Bem, a vida seguiu seu curso com forma, sem conteúdo... Como Sir Paul McCartney escreveu esta canção para mim (quanta prepotência), vou inaugurar um espaço para canções e poemas internacionais... Esta música, presente no álbum Revolver é uma canção simples para ninguém...

For No One
Lennon/McCartney

Your day breaks, your mind aches,
You find that all her words of kindness linger on,
When she no longer needs you.

She wakes up, she makes up,
She takes her time and doesn't feel she has to hurry,
She no longer needs you.

And in her eyes you see nothing,
No sign of love behind the tears cried for no one,
A love that should have lasted years.

You want her, you need her,
And yet you don't believe her,
When she says her love is dead,
You think she needs you.

And in her eyes you see nothing,
No sign of love behind the tears cried for no one,
A love that should have lasted years.

You stay home, she goes out,
She says that long ago she knew someone but now,
He's gone, she doesn't need him.

Your day breaks, your mind aches,
There will be times when all the things she said will fill your head,
You won't forget her.

And in her eyes you see nothing,
No sign of love behind the tears cried for no one,
A love that should have lasted years.


Enviado por Pedro Carné * 7:22:08 PM

Hasteie seu vôo...


[Domingo, Agosto 13, 2006]

Segue o último soneto...

VII
A Vida Segue

Pedro Carné

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Enviado por Pedro Carné * 2:10:25 PM

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[Quarta-feira, Agosto 09, 2006]

Finalmente consegui pensar poeticamente. Não está tão pensado quanto os anteriores, mas a reestruturação é um momento de criação, e, enquanto tal, muito carente de racionalidade... Falta somente o sétimo e último soneto desta série, que deixara de contemplar a tristeza do passado fúnebre para contemplar o promissor futuro.

VI
Reestrutura-se o Mundo

Pedro Carné

Com a alma vagando solta no espaço
Clamava teu nome dolorido no peito.
Reconstituindo-me como um novo sujeito
Buscava somente o carinho de teu abraço.

Contudo, via em teu olhar todo o teu cansaço,
E em teus beijos o amor se mostrava rarefeito.
O ar sumia e eu caía solitário do nosso leito
Achando que sonhava. Errei. Rompia-se o laço.

Isto é um novo começo, apesar de tudo,
Para mim e para você. Pois o maior absurdo
Seria congelar o tempo pautado no sofrimento.

Diluído no ar meu sentimento se encontra
E enquanto ele não se condensa e não se apronta
Eu me reestruturarei com calma a cada momento.


Enviado por Pedro Carné * 8:58:15 AM

Hasteie seu vôo...


[Quinta-feira, Agosto 03, 2006]

Seguindo a numeração...

IV
Triste e Cansado

Pedro Carné

A sensação da tristeza é particularmente sentida
Por quem perdeu o que estava no meio das vontades
Contraditórias que permeiam a vida fazendo alardes
E delineando a linha que separa o que é morte da vida.

O cansaço se abate depois das coisas prontas e concluídas,
Quando do esforço e de sentimento resta apenas a saudade.
Se foi a atitude tomada por um corajoso ou por um covarde,
Apenas o tempo dirá com suas linhas traçadas e puídas.

Triste, cansado e abatido é o estado do ser humano,
Que não tem certeza sobre suas decisões confusas
Tomadas em momento de fortes e cruéis pressões.

E quem sabe pelos seguintes e inesperados anos,
As decisões se clareiem e fiquem menos obtusas
Deixando a visão livre para sonhos e orações.


V
A Fronteira

Pedro Carné

Há uma fronteira tênue entre a tristeza e a felicidade,
Que apenas os que ficam em cima da linha conhecem.
Da total ausência de sentimentos todos eles padecem,
Não demonstrando absolutamente nenhuma sensibilidade.

A cor deste cabelo não corresponde à minha real idade,
Estão brancos, carentes das ilusões que a existência tem.
Todos aqueles planos projetados para depois do além,
Foram evaporados pelo calor da fronteira da crueldade.

Nesta linha tênue a vida trágica se desenha e alinha,
Não deixando um único segundo sem a lembrança,
De triste e desesperado olhar daquela criança inocente.

Vislumbro a carência que a cegueira ilumina e sente,
Querendo a visão, mas não como antes da pujança,
Que me jogou na fronteira tênue da trágica vida minha.



Enviado por Pedro Carné * 2:06:08 AM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Julho 21, 2006]

O poema anterior encarregou-se da introdução. Passado um ano, segue seu resultado artístico... Lamentos ainda são bem vindos, mas como dirá o último poema, a vida seguiu seu curso... Apresento neste blog os meus Sete Sonetos Fúnebres (em três partes).

I
Lugentes Campi

Pedro Carné

O choro daquele feto que não nasceu,
Afeta a mente dos pais não preparados
Que sempre juntos, beijo a beijo, lado a lado,
Terão a lembrança daquele que não cresceu.

As lágrimas em um vasto campo ateu
Se proliferam, livres nestes olhos abortados.
Meu estado atual é aquele mesmo estado
Dos que nunca tiveram aquilo que perdeu.

Minhas lágrimas, entretanto, nada valem agora,
Pois aquilo que tinha que ser, já foi-se embora,
E eu, apenas fiquei nesta solidão angustiante.

Se o porvir dos acontecimentos é ou não correto
São imagens artificiais que eu apenas projeto
Para que o meu futuro seja melhor do que o antes.


II
Filosofias do Fim

Pedro Carné

O mundo inteiro morre agarrado à esta morte,
A tristeza toma conta, absolutamente, de mim,
Sinto, não somente sinto, confirmo que o fim
Chega sempre para aqueles que vem sem sorte.

Devo infringir à minha cútis lisa este corte?
Talvez ele lembre-me que em um dia assim,
Atuei como fraco, covarde, fracasso, enfim,
Na sua fria e inestornável sentença de morte.

Como prosseguir esta existência algemada
A este corpo imaculado com a indesejada
Marca da morte cruel, tirânica e assaz.

Como purificar-me deste crime robusto,
Que faz com que ao olhar pra trás tome um susto,
Por nunca mais saber o que virá atrás.


III
Sozinho no Mundo

Pedro Carné

Este sentimento chamado solidão é demasiado horrível,
Nenhum ser humano deveria experimentá-lo consciente.
Pois ele conclama à superfície o mamífero mais paciente
Para a certeza de que a salvação não é plenamente crível.

Como a considerável pior das prostitutas, sinto-me volúvel,
Aquela lua, que deveria ser nova, não aparece entrementes.
Permanece nova, mas na sombra, como todos aqueles entes
Que se acham solitários quando cortejados por sua idade núbil.

Sozinho, perante minha consciência, acho-me agora absorto
Em pensamentos que vão da concepção à dureza do aborto
Deste feto que se encontra no triste estado de moribundo.

Feto que representa simbolicamente a minha vida triste,
Que a cada dia me surpreende com a certeza que, por si, existe
De que eu sou um ser humano completamente sozinho no mundo.



Enviado por Pedro Carné * 5:38:44 PM

Hasteie seu vôo...


[Quarta-feira, Julho 12, 2006]

Tinha uma pretensão, mas o curso dos acontecimentos mudou todo o meu projeto. Não apenas o poético. Na falta de palavras mais diretas, peço auxílio ao meu cantor predileto para dar um recado...

Quantas Vidas
Paulinho Moska

Meu amor,
Vamos falar sobre o passado depois,
Porque o futuro está esperando,
Por nós dois.
Por favor,
Deixe meu último pedido pra trás,
E não volte pra ele nunca,
Nunca mais.

Porque ao longo destes meses,
Em que eu estive sem você,
Eu fiz de tudo pra tentar te esquecer.
Eu já matei você mil vezes,
E teu amor ainda me vem,
Então me diga
Quantas vidas você tem.


Enviado por Pedro Carné * 2:22:18 PM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Julho 07, 2006]

Novo template... Velha poesia...

Lágrimas de Sangue
Pedro Carné

Choro no escuro,
No silencio as palavras não fazem nenhum sentido,
Não tem sequer significado ou referência no mundo.

Que lagrimas são estas que caem em meu rosto,
Lágrimas ou sangue que sai de meu coração?
Não consigo distinguir as duas coisas,
Acho que elas se entrelaçam e, simplesmente
São do jeito que são.

Existe razão para lacrimejar?
Não.
Para mim, as lagrimas são contradição
Não possuem existência nem razão,
Tendo apenas eco naqueles que um dia sofreram por algo que
Achavam que faria bem e seria bom.

Mas é o mundo!
A realidade é cruel, fria e racional,
Os sentimentos?
São apenas devaneios em sonhos,
Ou em noites mal-dormidas.
Quando você desperta, vê que a receptividade
Não faz valer a pena a entrega e o prazer
De se entrelaçar com outrem num só ser.


Enviado por Pedro Carné * 2:47:35 PM

Hasteie seu vôo...


[Terça-feira, Julho 04, 2006]

Um conto pequenino... Meu primeiro... Espero não ter ficado muito ruim...

Depois...
Pedro Carné

- Está com sono?
- Não... Me desculpe... Estou prestando atenção...
- Você está quase dormindo...
- Tive um dia intenso, só isso... Continue, você dizia...
- Está vendo, você não estava prestando atenção. Vem, vamos para casa...
- Não quero ir para casa, quero ficar com você...
- Mas você está bocejando...
- Sim, mas nós não temos muitos momentos juntos ultimamente... Vamos continuar aqui...
- Para que, se você não está prestando atenção nas coisas que eu digo? É melhor você ir descansar...
- Sabia que às vezes você me irrita...
- De que vale ter você pela metade? É melhor não ter...
- Então é assim que você pensa?
- É. É assim. O que complica é que nos últimos meses todos os seus dias tem sido intensos...
- E a tendência é piorar... Por isso, vamos continuar aqui...
- Não tem mais sentido...
- Desse jeito, você não vai me ter nunca mais? É isso o que você quer?
- Não havia pensado nesta possibilidade...
- Pense agora... É isso o que você quer?
- Não se mais o que eu quero... Eu quero você por completo, não as migalhas que sobram de seu dia...
- É assim que você me considera agora? Como uma migalha? Você está me ofendendo...
- Não é isso... Por favor, não distorça as minhas palavras... Estou dizendo que não suporto a idéia de ter apenas as sobras de seu dia...
- Esta conversa vai acabar mal...
- É melhor discutirmos logo isso. Não dá pra continuar com este clima... Parece que você não pensa em nós...
- Eu tenho um trabalho exaustivo e você está choramingando atenção... Não tenho paciência para estas coisas...
- Como sempre você não entende e distorce tudo o que eu digo... Por que você não leva a sério o que eu te falo?
- Estou morrendo de dor de cabeça...
- Típico... Vem, vamos para casa... Continuamos esta conversa depois...
- Isso... Depois...


P.S.: isto é uma obra de ficção! Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência...


Enviado por Pedro Carné * 3:52:17 PM

Hasteie seu vôo...


[Sexta-feira, Junho 23, 2006]

Bem, quase todas as pessoas que me conhecem sabem que eu fui goleiro durante um período da minha vida... Joguei em um clube do Rio de Janeiro, fui campeão estadual e parei de jogar após o título... Nesta época, eu tive um treinador de goleiros que me ensinou muito mais do que jogar bola... Ele me ensinou a ser como eu sou hoje... Este poema é para este treinador...

Ao Eterno Professor...
Pedro Carné

Lágrimas rolaram em minha face,
Quando eu vi o seu avião partir.
Pode ser que nunca mais lhe abrace,
Talvez nunca mais hei de lhe ouvir.

Aqueles conselhos que você me dava,
E que me ajudaram a crescer e formar.
Não sei se era como pai que me amava,
Mas você me ensinou a querer alto sonhar.

Muitas lições ficaram gravadas em mim,
Cada lembrança se acompanha de um ¿sim¿,
E de uma ternura acompanhada de amor,

Seus chutes, seus ensinamentos e respeito,
Me ensinaram a ter paciência em meu peito,
E para sempre será Junior, meu professor.


Enviado por Pedro Carné * 12:54:29 AM

Hasteie seu vôo...


[Quinta-feira, Junho 15, 2006]

Estava em dúvida se deveria postar este poema ou a música na qual pensava... Resolvi postar os dois, esperando ver alguma relação interna...

Ao que deveria ter sido...
Pedro Carné

(Aquele amor amigo que eu ambicionei solitária,
Vivendo-o intensamente dentro de meio seio,
Não mostrou nunca porque ao meu peito veio,
Apenas deixando em mim a paixão mortuária.

Aquela existência que não deveria ter se esvaído,
Jamais ter cessado de ser e entrado na memória.
Como preciso dela neste momento, neste agora,
Em que a vida me considera como um anjo caído)


... mas não foi.

Sonhos
Peninha

Tudo era apenas uma brincadeira
E foi crescendo, crescendo, me absorvendo
De repente eu me vi assim
Completamente seu

Vi a minha força amarrada no seu passo
Sem você não há caminho
Eu nem me acho
Eu vi um grande amor gritar dentro de mim
Como eu sonhei um dia

Quando o meu mundo era mais mundo
E todo mundo admitia
Uma mudança muito estranha
Mais pureza, carinho,
Calma e alegria
No meu jeito de me dar

Quando a minha voz
se fez mais forte, mais sentida
A poesia fez folia em minha vida
Você veio me falar
Dessa paixão inesperada
Por outra pessoa

Mas não tem revolta, não
Só quero que você se encontre
Saudade até que é bom
Melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom
Que eu tenho em mim,

Não tem desespero não
Você me ensinou milhões de coisas
Tenho um sonho em minhas mão
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz.


Enviado por Pedro Carné * 4:42:30 PM

Hasteie seu vôo...


[Segunda-feira, Junho 12, 2006]

Votos para o Dia dos Namorados... Ironicamente belo, este texto é antigo... Algumas coisas mudaram, outras nem tanto... Vale como uma nova tentativa...

Thaís...

Minha namorada! A melhor mulher do mundo. A única com quem divido minhas felicidades e tristezas. A única com quem me divido por inteiro. Ela é a manifestação real dos meus sonhos de mulher perfeita para mim e, talvez, muito mais do que isso. Ela é mais do que os meus sonhos. Ela sim é a oitava maravilha do mundo. Maior do que as Muralhas chinesas, mais imponente do que as Pirâmides, mais perfeita do que qualquer escultura. Ela é a pessoa para a qual eu dou todo o meu amor...

Achava que não duraríamos muito tempo, por termos personalidades tão diferentes, mas a vida é sempre surpreendente. Achamos o Caminho do Meio tão pregado por Buda. Conseguimos viver juntos durante um tempo. Um tempo curto, podemos dizer, apenas uma semana, mas suficiente para sabermos como seríamos um com o outro, juntos, dividindo tudo. Acho que conseguimos passar neste teste vital. Vencemos este desafio como aqueles que vencem os jogos olímpicos. Aos poucos, eliminamos as diferenças mais brutais que poderiam fazer todo o nosso relacionamento desandar. Aos poucos nos tornamos um casal perfeito, respeitando o que nos resta de individualidade.

Como já coloquei em um verso, quero ter-te "na cama, na sala, no quarto, no mundo". Nada além disso. Quero ter-te por todo o nosso limitado tempo de vida, por toda a nossa curta existência. Quero, ao teu lado, apreciar todas as maravilhas que a vida oferece e que somente faz sentido quando estou ao teu lado, como as estrelas e o mar. Questiono-me se o romantismo está acabado e basta olhar para os teus olhos e a resposta vir negativamente. O romantismo e o amor que eu sinto e faço por você não param de crescer, diariamente. Acho que você já compreendeu porque somente quero ter-te hoje ao meu lado.

Este é um texto que queria dizer apenas para a Thaís, pois acredito que somente a ela interessaria. Mas resolvi publicar, para que ela sempre saiba que o que eu sinto por ela é digno de ser gritado para todos os nossos companheiros de existência, para que eles também procurem a mulher que desperte neles estes sentimentos tão maravilhosos e que fazem com que atribuamos sentido a este mundo...


Enviado por Pedro Carné * 5:48:39 PM

Hasteie seu vôo...